Nota oficial: João Ricardo e Escobar recebem pontos cirúrgicos. Demais atletas passarão por cuidados médicos para retirada de estilhaços de vidro. CEO do Fortaleza acompanha delegação no caminho de volta.
As autoridades estão investigando o ocorrido para identificar os responsáveis pelo atentado. A equipe do Fortaleza reforçou a necessidade de segurança nos trajetos de deslocamento, diante da gravidade do ataque sofrido. As medidas cabíveis serão tomadas para garantir a integridade dos jogadores e demais envolvidos.
Ônibus do Fortaleza é apedrejado após empate com Sport
O acontecimento chocante de um ônibus do Fortaleza sendo apedrejado após o empate com o Sport chama atenção para a violência presente nas rivalidades futebolísticas.
O clube detalhou que seis jogadores foram atingidos: o goleiro João Ricardo foi ferido com um corte no supercílio e o lateral-esquerdo Gonzalo Escobar sofreu uma pancada na cabeça, um corte na boca e um outro corte no supercílio. Além disso, o lateral-direito Dudu, os zagueiros Titi e Brítez, e o volante Lucas Sasha foram feridos com estilhaços de vidro e tiveram que conter sangramentos.
Nota oficial sobre o incidente
Conforme a nota oficial divulgada pelo clube, tanto o Presidente do Sport quanto o CEO do Fortaleza lamentaram o ataque e se pronunciaram sobre as graves consequências que poderiam advir desse atentado. A delegação do Fortaleza foi direcionada rapidamente para o hospital mais próximo de Recife a fim de prestar assistência médica aos jogadores feridos. João Ricardo e Gonzalo Escobar tiveram que passar por um procedimento de sutura e recebimento de pontos cirúrgicos. O lateral-esquerdo ainda realizará exames de tomografia na cabeça, mas de acordo com a nota, ele está bem e consciente. Por outro lado, os demais atletas também passarão por cuidados médicos para a retirada de estilhaços de vidro pelo corpo.
Infelizmente, esse episódio trágico apenas evidencia a necessidade de uma reflexão acerca da violência nos estádios e dos torcedores que cruzam a linha tênue entre a paixão e o desrespeito ao próximo. Espalhar ódio e realizar atos violentos em nome do esporte é absurdo e desnecessário. A integridade física e emocional dos jogadores não pode ser ameaçada por confrontos e atos de vandalismo.
Análise e caminho de volta
É necessário que as autoridades ajam de forma eficaz para que atitudes como essa não se repitam e para que os envolvidos sejam punidos conforme a lei. Os clubes envolvidos devem se posicionar e cooperar com as autoridades para identificar e responsabilizar os responsáveis por esse ataque covarde. A segurança dos atletas e de toda a delegação deve ser priorizada em todos os momentos. Resta agora aguardar novas atualizações e torcer para que esses casos tristes como esse não voltem a acontecer.
Fonte: © GE – Globo Esportes