Especialista em avaliação de empresas melhora método, considera impacto de riscos extremos: desastres, empresas ameaçadas, fluxo de caixa descontado, estimativas de prejuízos, seguros para reembolsar.
A análise de riscos de desastres nas organizações é crucial para garantir a segurança e a continuidade dos negócios. A avaliação de riscos de catástrofes em empresas permite identificar potenciais ameaças e vulnerabilidades que podem impactar significativamente as operações e os resultados financeiros da companhia.
Além disso, a gestão proativa dos riscos e a implementação de planos de contingência adequados são essenciais para minimizar os impactos de possíveis catástrofes e garantir a resiliência do negócio a longo prazo. É fundamental que as empresas estejam preparadas para lidar com situações de emergência e possam reagir de forma eficaz diante de eventos inesperados.
Avaliação de Riscos de Catástrofes em Empresas
O valor intrínseco de uma empresa está diretamente ligado à sua capacidade de gerar caixa e expandir, refletindo a qualidade do negócio. Enquanto o preço das ações é influenciado pela oferta e demanda, bem como pelo sentimento dos investidores. Investir com sucesso em ações envolve identificar empresas cujo valor intrínseco supere o preço de mercado.
Para determinar o valor intrínseco de uma empresa, especialistas utilizam diversas técnicas de avaliação. Recentemente, um professor renomado esteve no Insper para discutir abordagens na análise do desempenho empresarial e compartilhar suas pesquisas online.
Um dos temas abordados foi a avaliação de empresas sujeitas a riscos de catástrofes. A preocupação com a possibilidade de uma empresa ser destruída por eventos como erupções vulcânicas está se tornando mais relevante nas análises financeiras. A tendência é que desastres naturais e provocados pelo homem ocorram com maior frequência.
O especialista recomenda incorporar o risco de catástrofe em todas as etapas do modelo de avaliação de empresas, como no método do fluxo de caixa descontado. Essa abordagem envolve estimar o fluxo de caixa gerado pelo investimento em ações, considerando tanto os dividendos quanto a valorização das ações.
Ao descontar o fluxo de caixa estimado com uma taxa de risco, reflete-se a incerteza das projeções em comparação com alternativas mais seguras. Quando se trata de riscos de catástrofes, a possibilidade de contratar um seguro para cobrir prejuízos financeiros é uma opção viável em alguns casos.
No entanto, em situações em que não é possível segurar os riscos envolvidos, é necessário realizar duas avaliações distintas. Uma considerando a inexistência do risco e outra contemplando a ocorrência da catástrofe em algum momento. Essa abordagem dupla permite uma visão mais abrangente da avaliação de riscos de catástrofes em empresas.
Fonte: @ Valor Invest Globo