Brasília-China acordo aproxima: bancos lançam ofensiva com plataformas de Xangai e B3, gestores de recursos gerenciam múltiplas lista de ativos sob gestão para institucionais: EFund.
As grandes instituições financeiras do Brasil, Itaú e Bradesco, estão buscando expandir suas atuações no mercado internacional e firmaram parcerias estratégicas com renomadas gestoras de ativos chinesas. Essas alianças visam fortalecer a presença das empresas brasileiras em território chinês, ampliando as oportunidades de negócios e promovendo a troca de conhecimento e expertise entre os mercados financeiros dos dois países.
Essas partnerias com gestoras chinesas representam um passo importante na estratégia de internacionalização dos bancos brasileiros, que buscam listing na Shanghai Stock Exchange e na B3, a bolsa de valores brasileira. Além disso, os acordos de colaboração visam estabelecer colaborações duradouras e mutuamente benéficas, impulsionando o crescimento e a diversificação das operações das asset managers envolvidas.
Expansão de Parcerias e Colaborações em Mercados Internacionais
O aumento da interação entre Brasil e China está impulsionando uma série de parcerias e acordos de colaboração entre instituições financeiras dos dois países. O Bradesco, por exemplo, está avançando em sua estratégia de estabelecer parcerias com gestoras chinesas, visando a listagem de fundos de ativos brasileiros na Bolsa de Xangai e de papéis chineses na B3.
Essa iniciativa, fruto de um acordo de cooperação com a China Universal Asset, representa um marco significativo para o setor financeiro, permitindo que investidores brasileiros tenham acesso ao mercado chinês e vice-versa. A Bradesco Asset, liderada por Bruno Funchal, enxerga um enorme potencial nessa estratégia, que abre portas para investimentos em setores promissores como veículos elétricos, biotecnologia e painéis solares.
Por sua vez, o Itaú também está fortalecendo suas parcerias internacionais, buscando colaborações com a E Fund em diversas plataformas. Com a gestora chinesa administrando um volume expressivo de ativos, essa parceria promete oferecer uma gama mais diversificada de produtos e serviços para investidores institucionais e pessoas físicas.
A aproximação entre os bancos brasileiros e chineses reflete não apenas a busca por oportunidades de investimento, mas também a crescente relação comercial entre os dois países. Com o presidente Xi Jinping planejando uma visita ao Brasil em novembro, a expectativa é que a cooperação entre as instituições financeiras se intensifique, abrindo caminho para novas parcerias e investimentos bilaterais.
Nesse contexto de expansão internacional, a estratégia de parcerias e colaborações se mostra essencial para a diversificação geográfica e de ativos das instituições financeiras, permitindo que investidores em ambos os países tenham acesso a oportunidades de investimento atrativas. A sinergia entre a expertise brasileira e chinesa promete impulsionar o desenvolvimento econômico e financeiro de ambas as nações.
Fonte: @ Mercado e Consumo