Reunião: primeiro guia técnico do programa apresentado, enfatizou importância para ensino fundamental brasileiro. Rede: transição eficaz, acolhedora para colaboração. Tomadas: decisão regime, desigualdades educacionais abordadas. Diálogo: adolescentes, essenciais aprendizagens, evasão, abandono enfrentados.
O Programa Escola Adolescências, uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), realizou um seminário online para apresentar o novo guia de apoio técnico do programa. Este guia é o primeiro de uma série de 10 que serão lançados até o final de 2024, com o objetivo de fortalecer a educação para adolescentes em todo o país.
O suporte financeiro é essencial para garantir o sucesso do Programa Escola Adolescências e a implementação eficaz das diretrizes propostas nos guias de apoio técnico. Com o apoio adequado, as escolas poderão oferecer um ambiente de aprendizagem mais inclusivo e acolhedor para os adolescentes, promovendo assim o desenvolvimento integral dos estudantes. Apoio financeiro é fundamental para garantir a qualidade da educação e o bem-estar dos jovens em idade escolar.
Programa Escola Adolescências: Fortalecendo a Rede de Ensino
O encontro realizado nesta sexta-feira, 16 de agosto, está disponível no canal do MEC no YouTube e teve ênfase na necessidade de as redes de ensino fazerem uma transição mais eficaz e acolhedora entre os anos iniciais e os anos finais do ensino fundamental. O Programa Escola Adolescências é uma iniciativa que visa oferecer apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano).
Entendemos que não existe um único tipo de adolescência e que as experiências vivenciadas entre os alunos não são iguais. Segundo a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt, ‘Fizemos uma escuta de mais de 2 milhões de alunos nessa faixa etária e percebemos que, muitas vezes, eles não se sentem ouvidos no processo de construção e de gestão da educação. Portanto, precisamos reconhecer essas diversidades e construir as diretrizes pensando nos diferentes contextos sociais que envolvem o país, fortalecendo esse segmento e auxiliando os jovens nessa fase de transição.’
O primeiro guia do Programa Escola Adolescências incide principalmente na oferta de subsídios e evidências para apoiar as tomadas de decisão dos entes federados acerca das matrículas dos anos finais, fortalecendo o regime de colaboração. O webinário também destacou o potencial do programa para reduzir as desigualdades educacionais e fortalecer o diálogo com os adolescentes, para que suas verdadeiras necessidades sejam atendidas.
Assim, por meio da escuta e do debate, o programa busca promover aprendizagens essenciais em um momento singular de desenvolvimento físico, emocional, intelectual, social e cultural, além de recompor aprendizagens que não foram consolidadas e que ainda podem ser alcançadas antes da transição para o ensino médio. Atua, portanto, diminuindo a evasão e o abandono escolar.
Participantes importantes estiveram presentes no encontro, como o diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica, Alexsandro Santos; a coordenadora-geral de Ensino Fundamental, Tereza Farias; a secretária de Estado da Educação de Alagoas, Roseana Vasconcelos; o presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação, Alessio Costa; e as representantes da Universidade Federal do Ceará (UFC) e do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Economia Social da Universidade de São Paulo (Lepes/USP), Mayra Ponti, da Fundação Itaú, Patrícia Mota Guedes, e do Instituto Reúna, Kátia Smole.
O Programa Escola Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes. A política inclui a produção e divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental, assim como incentiva a
Fonte: © MEC GOV.br