Para o presidente, o montante acordado com servidores de MGI e MEC é irrecusável. Coragem para encerrar greves de metalurgicos interiores de São Paulo, Andifes, docentes e servidores técnicos administrativos. Construção de dez novos campi de universidades: obras e custeio de ensino técnico e superior. Recursos do Ministério da Gestão, da Educação. Lideranças sindicais. Ocasionalmente, Esther Dweck (Inovacao em Servicos Publicos).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou sua preocupação, hoje, com a continuidade da greve dos professores e técnicos nas instituições federais, ressaltando a importância de um diálogo construtivo para resolver a situação. Ele reiterou que o investimento destinado à recomposição salarial dos servidores, negociado com o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), é essencial para o bom funcionamento das universidades e institutos.
Em meio à paralisação das atividades acadêmicas, Lula da Silva enfatizou a necessidade de encontrar um equilíbrio entre as demandas dos profissionais da educação e a manutenção dos serviços essenciais à comunidade. A busca por soluções que atendam às reivindicações dos grevistas, sem comprometer o funcionamento das instituições, é fundamental para garantir a qualidade do ensino e a continuidade das atividades de pesquisa e extensão.
Discussão sobre a Greve e Recursos na Educação
A paralisação dos docentes e servidores técnicos administrativos, que já dura desde o dia 15 de abril, é um reflexo da insatisfação em relação aos salários defasados. As lideranças sindicais têm um papel crucial nesse cenário, pois é necessário coragem para encerrar a greve de forma satisfatória.
Durante uma reunião pública no Palácio do Planalto, o presidente Lula destacou a importância de considerar o montante de recursos disponibilizados pela Ministra do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), Esther Dweck. Ele ressaltou que é fundamental garantir que as universidades e institutos federais recebam os investimentos necessários para a retomada das atividades acadêmicas.
No evento, foi anunciado um investimento de R$ 5,5 bilhões do Ministério da Educação (MEC) para obras, custeio do ensino técnico e superior, além da construção de dez novos campi universitários e oito hospitais universitários federais. Esses recursos são essenciais para melhorar a infraestrutura e garantir a qualidade do ensino.
Lula também enfatizou a importância de as lideranças sindicais terem coragem para encerrar a greve, evitando que ela se prolongue sem motivo aparente. Ele ressaltou que é preciso negociar de forma assertiva, buscando soluções que beneficiem tanto os trabalhadores quanto as instituições de ensino.
As demandas dos grevistas incluem a recomposição salarial de 4,5% ainda este ano, considerando que muitos profissionais estão com remunerações defasadas. A reitora da Universidade de Brasília (UnB) e presidente da Andifes, Márcia Abrahão, destacou a necessidade de valorizar os docentes e servidores técnicos administrativos, que desempenham um papel fundamental na educação.
Diante desse cenário, é fundamental que o governo e os sindicatos cheguem a um acordo que atenda às necessidades dos trabalhadores e promova a pacificação da situação. A formação de professores e o investimento na educação devem ser prioridades para garantir um ensino de qualidade e valorizar os profissionais que dedicam suas vidas à formação de futuras gerações.
Fonte: @ Agencia Brasil