Presidente garante sem desonerações para classe média em Imposto de Renda, zona leste de São Paulo. Aprovará atos: isenção, alimento básico, Convenção sobre Trabalho Decente, folha de pagamento, setores da economia, contribuição previdenciária. Não privilegiará muito ricos: reforma tributária, trabalhadores domésticos, Imposto de Renda, atos, promessa, trabalhadores, zona leste, isenção.
Nesta quarta-feira (1º), durante anúncio em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu aprovar uma lei que altera a tabela do Imposto de Renda, aumentando a isenção para quem recebe até dois salários mínimos por mês.
A medida, que está sendo discutida no Congresso Nacional, visa beneficiar milhões de pessoas que atualmente são impactadas pelo pagamento do imposto de renda. Espera-se que a mudança proposta pelo presidente Lula traga alívio financeiro e reduza a carga tributária para essas pessoas.
Presidente sancionou lei que altera tabela do Imposto de Renda;
O presidente reafirmou sua promessa de isentar do pagamento do Imposto de Renda aqueles que recebem até R$ 5 mil mensais, até o final de seu mandato em 2026. Em um discurso marcante, Lula destacou a importância de tratar com respeito os milhões de homens e mulheres que habitam o Brasil. Ele ressaltou o crescimento econômico do país e a volta do aumento salarial, enfatizando sua palavra em relação ao imposto de renda. Lula prometeu aprovar a isenção até o limite de R$ 5 mil e enfatizou que sua palavra permanece em pé.
Durante o evento, o presidente assinou o decreto que corrigiu a tabela do Imposto de Renda, além de promulgar a Convenção e Recomendação sobre Trabalho Decente para Trabalhadoras e Trabalhadores Domésticos. Ele também criticou a manutenção da desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia, argumentando contra a vantagem para os mais ricos.
A proposta de reforma tributária visa desonerar a pessoa de classe média, enquanto aumenta a tributação para os mais ricos. Lula assegurou que toda a alimentação da cesta básica será desonerada, não sofrendo tributação de Imposto de Renda, visando beneficiar a população trabalhadora do país.
O projeto de lei nº 81/2024 que garantia a desoneração da folha de pagamento foi alvo de discussões, recebendo críticas do presidente quanto à falta de garantias de geração de empregos. O Congresso aprovou a prorrogação da desoneração até 2027, apesar do veto inicial de Lula, mantendo o benefício para as empresas.
Lula ressaltou a importância de não favorecer os mais ricos com medidas de desoneração, enfatizando que a prioridade deve ser beneficiar os trabalhadores e garantir empregos. A desoneração da folha de pagamento impacta significativamente as contas públicas, gerando debates sobre seu real benefício econômico.
Diante do impasse, o governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal para suspender a desoneração, buscando proteger a Previdência Social de perdas financeiras. O debate sobre a desoneração da folha de pagamento continua em pauta, com desafios e dilemas econômicos para o governo e a sociedade brasileira.
Fonte: @ Agencia Brasil