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Militares anunciaram medida inaceitável: pausas táticas, operações normais em Kerem, Shalom; estradas de Gaza, Salah, al-Din. Relações políticas, crise humanitária. Ministra de Segurança Nacional, coalizão governista, votação parlamentar, recrutamento judeus, beamishim-pa’lim, necessidade definitiva, campanha militar. Horas locais, área de confusão.
O líder israelense, Benjamin Netanyahu, expressou descontentamento com as estratégias propostas pelas forças armadas hoje, envolvendo pausas táticas regulares durante os confrontos ao longo da fronteira de Gaza, visando permitir a distribuição de assistência humanitária aos residentes locais.
Apesar das críticas do primeiro-ministro, as pausas programadas continuam sendo consideradas essenciais para garantir a segurança da população civil e facilitar a entrada de suprimentos vitais na região sitiada.
Operações Militares e Pausas Táticas em Gaza
Os militares anunciaram as pausas diárias das 5h às 16h (hora local) na área do cruzamento de Kerem Shalom até a estrada de Salah al-Din e depois em direção ao norte. O primeiro-ministro expressou sua insatisfação com a pausa humanitária de 11 horas, destacando a complexidade da situação. As operações normais prosseguiriam em Rafah, ponto focal das ações no sul de Gaza, onde ocorreram baixas no sábado.
A reação de Netanyahu intensificou as tensões políticas em relação à ajuda humanitária em Gaza, onde uma crise humanitária está se agravando, segundo alertas de organizações internacionais. O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, criticou a pausa tática, gerando discordâncias dentro da coalizão governista. A discussão reflete as divergências sobre a estratégia militar em curso, já em seu nono mês.
Essa situação surgiu após a saída de Benny Gantz do governo, acusando Netanyahu de falta de estratégia eficaz em Gaza. Tensões se manifestaram em uma votação parlamentar sobre recrutamento militar, com o ministro da Defesa desafiando as diretrizes do partido. A oposição dos partidos religiosos à questão do alistamento gerou descontentamento público.
O chefe das Forças Armadas ressaltou a necessidade urgente de recrutar mais soldados, incluindo da comunidade ultraortodoxa em crescimento. Apesar da pressão por um cessar-fogo, um acordo para interromper os confrontos permanece distante, após o ataque do Hamas a Israel em outubro. A campanha militar resultou em baixas significativas de ambos os lados e destruição em Gaza.
Enquanto a maioria dos israelenses apoia a ação do governo contra o Hamas, críticas surgiram pela falta de resolução sobre reféns ainda retidos em Gaza. Autoridades palestinas reportaram vítimas em ataques aéreos recentes, agravando a situação humanitária. O conflito persiste, destacando a complexidade das relações políticas e a necessidade de uma abordagem estratégica para a questão em Gaza.
Fonte: @ Agencia Brasil