Bolsonaro contesta medidas da Operação Tempus Veritatis e planeja pedir devolução do passaporte, alegando cerceamento de atividade política e eventos no exterior.
Bolsonaro optou por desafiar as ações implementadas pela Operação Tempus Veritatis da Polícia Federal e está planejando solicitar na Justiça a restituição de seu passaporte. A CNN confirmou essa informação na última quarta-feira (14) com o ex-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten. A decisão do ex-presidente tem gerado controvérsias e debates acalorados entre apoiadores e críticos.
O presidente Jair Bolsonaro, em sua estratégia de desafiar a Operação Tempus Veritatis da Polícia Federal, está considerando a possibilidade de requerer na Justiça a devolução de seu passaporte. Segundo o ex-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, a atitude do ex-presidente tem causado polêmica e dividido opiniões no cenário político. A notícia tem atraído atenção da mídia e incitado debates em todo o país.
Defesa de Bolsonaro durante Operação Tempus Veritatis
O argumento que será apresentado à Justiça é que não há elementos até agora na investigação que justifiquem a apreensão do documento. Além disso, os advogados pretendem ressaltar que Bolsonaro teria diversos convites para eventos e atividades no exterior.
Argumentação da defesa de Bolsonaro
A defesa de Bolsonaro argumenta que sua saída do Brasil por ocasião da posse de Javier Milei na Argentina foi comunicada às autoridades, e que todos os eventos internacionais para os quais Bolsonaro teria sido convidado já têm datas definidas. A ideia é apontar que a retenção do passaporte representa um ‘cerceamento da atividade política‘ do ex-presidente.
Convites e compromissos no exterior
Segundo Wajngarten, Bolsonaro foi convidado por autoridades de Israel para visitar os locais onde ocorreram ataques do Hamas e encontrar familiares de reféns no conflito na Faixa de Gaza. Ainda de acordo com o ex-chefe da Secom, Bolsonaro também recebeu convites internacionais para visitar campos de concentração na Polônia e para participar de encontros no Bahrein.
Fonte: © TNH1