CEO da Allegra Pacaembu fala sobre projetar complexo de lazer e entretenimento com shows, eventos corporativos e arenas internacionais. Parceiros comerciais e investimento da Universal Music e Albert Einstein.
O Pacaembu sempre foi um local de destaque no cenário esportivo e cultural de São Paulo. O estádio, palco de importantes jogos de futebol, e a arena de grandes espetáculos musicais, se consolidou como um espaço icônico na cidade, marcando a memória de milhares de pessoas ao longo das décadas.
O complexo do Pacaembu, composto pelo estádio e por diferentes instalações esportivas, se mantém como um espaço relevante para a realização de eventos de grande porte. O estádio, em particular, continua sendo um ponto de referência para os amantes do esporte, sendo palco de jogos memoráveis e de momentos inesquecíveis para os torcedores. A história do Pacaembu é parte integrante da história de São Paulo.
Transformações no Pacaembu
A partir de 2024, no entanto, os habitantes de São Paulo começarão a ver o Pacaembu de uma maneira um pouco diferente. De palco de importantes clássicos, o espaço, agora, também, entra na agenda dos eventos corporativos, do turismo e do entretenimento e lazer da cidade.
Novas Perspectivas para o Estádio
Esse é a ideia da Allegra Pacaembu, concessionária que adquiriu os direitos do estádio, ainda em 2018, dando início ao projeto de transformá-lo em um misto de parque, arena para shows, estádio de futebol e centro de convenções (com capacidade para 8,5 mil pessoas nessa área), ao mesmo tempo em que mantém os equipamentos públicos presentes no complexo, como a piscina olímpica, ginásio e quadras de tênis.
Intensificação do Fluxo de Visitantes
De um local que geralmente era ocupado pelo tempo de duração de uma partida de futebol, a ideia, agora, é que o Pacaembu receba cerca de 5,5 milhões de visitantes por ano – e que essas pessoas passem o maior tempo possível usufruindo dos equipamentos e das atividades oferecidas no local.
Projetando o Novo Pacaembu
relacionadoMercado Livre assume naming rights do novo Pacaembu Isso é o que projeta Eduardo Barella, CEO da Allegra Pacaembu.
Na semana passada, ao lado de Fernando Yunes, vice presidente sênior e country lead do Mercado Livre no Brasil, anunciou aquele intitulado como o maior acordo de naming rights já firmado no Brasil: o investimento de mais de R$ 1 bilhão que o marketplace pretende fazer no complexo ao longo de 30 anos.
Parcerias Comerciais Firmadas
Além do Mercado Livre, o espaço, que terá o nome de Mercado Livre Arena Pacaembu, também já tem outros parceiros comerciais garantidos: a Universal Music administrará o hotel que será construído no espaço e o Albert Einstein levará ao local seu laboratório de inovação e centro de reabilitação esportiva.
‘Queremos olhar para o Pacaembu como um destino de entretenimento para a cidade e para o País’, diz Barella, em entrevista ao Meio & Mensagem.
Novos Projetos de Parcerias
Além do Mercado Livre, que é nosso principal patrocinador, ter a presença de marcas robustas sempre foi um grande desejo e fomos muito felizes e assertivos com os resultados.
Transformações na Marca do Pacaembu
M&M: Como vocês estão trabalhando a apresentação da marca deste novo Pacaembu para as pessoas e para a cidade de São Paulo, de forma geral?
Barella: A marca do Pacaembu é tão forte que, ao longo desses 85 anos, ela nunca foi trabalhada como uma marca. Quando pensamos em Pacaembu, pensamos na fachada, no campo, no tobogã.
E todos esses produtos acabam trazendo um pouco da história, mas modernizando-a. Teremos nossa própria loja dentro do complexo, que terá colaborações com outras marcas e estamos tratando tudo com muito carinho e respeito. É uma responsabilidade muito grande cuidar dessa marca da cidade.
Fonte: © Meio & Mensagem
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