A galáxia ESO 245-5, na constelação Fênix, está a 15 milhões de anos-luz da Terra. As observações mostram estruturas bem definidas e imensos agrupamentos de sóis.ImageContexto de uso
A galáxia ESO 245-5, na constelação Fênix, está a 15 milhões de anos-luz da Terra. As observações mostram estruturas bem definidas e imensos agrupamentos de sóis.
O Telescópio Hubble capturou a impressionante imagem da galáxia irregular ESO 245-5, localizada na constelação Fênix. Através das lentes poderosas do Hubble, podemos observar detalhes surpreendentes de objetos celestes distantes, como essa galáxia que não possui uma estrutura aparente.
O telescópio espacial da agência espacial dos Estados Unidos, equipado com instrumentos científicos de ponta, consegue captar imagens de alta resolução do universo. As fotografias feitas pelo Hubble são utilizadas por astrônomos e pesquisadores para estudar e compreender a formação e evolução das galáxias e outros objetos cósmicos. A qualidade e precisão das imagens do Telescópio Hubble são fundamentais para avançar o conhecimento na astronomia.
Exploração da Estrutura Aparente das Galáxias pelo Telescópio Hubble
Galáxias com formas bem definidas são mais conhecidas e fáceis de serem identificadas, como é o caso das espirais ou elípticas. A Via Láctea, onde está o planeta Terra, por exemplo, é uma galáxia espiral. Mas na ESO 245-5, as estrelas parecem estar espalhadas em meio à poeira estelar e gás.
De acordo com a Agência Espacial Europeia (ESA), a galáxia que aparece na foto acima é, além de classificada como irregular, barrada (possui uma densa barra de estrelas em seu centro), levemente espiral e está relativamente próxima da Via Láctea, localizada a cerca de 15 milhões de anos-luz da Terra.O telescópio Hubble, responsável pela imagem, foi lançado em abril de 1990 e é, até hoje, um dos principais instrumentos científicos disponíveis para que os astrônomos possam estudar o universo.
Com os dados capturados pelo telescópio, mais de 20 mil artigos científicos foram publicados, segundo a Nasa (agência espacial dos Estados Unidos).O Telescópio Espacial, como é conhecido, observa o universo na radiação ultravioleta até o infravermelho próximo, passando pela luz visível (que os olhos humanos conseguem enxergar).
Observando Imensos Agrupamentos de Sóis e Estruturas no Cosmos
Ao longo de mais de 30 anos de operação, o Hubble fez observações que capturaram a imaginação da humanidade e aprofundaram nosso conhecimento do cosmos. Ele continuará a fazê-lo nos próximos anos’, diz a Nasa em uma página dedicada ao telescópio.
A ação da gravidade em galáxias como a ESO 245-5 pode resultar em formas peculiares e únicas, como as estruturas fragmentadas e irregulares vistas na imagem captada pelo Telescópio Hubble. Essa nebulosa estelar é repleta de gás interestelar e concentrações de sóis em diferentes estágios de vida.
O Hubble, em sua missão de vasta amplitude, tem fornecido dados cruciais para o avanço da astronomia em todo o mundo. Essas descobertas têm sido fundamentais para o progresso científico, impulsionando novos estudos e pesquisas no campo da astrofísica.
Contribuições do Telescópio Hubble para o Avanço do Conhecimento Científico
A capacidade do Telescópio Hubble de capturar imagens de alta resolução tem possibilitado a visualização detalhada de estruturas como a barra de estrelas na galáxia ESO 245-5. Isso tem sido fundamental para a compreensão das características únicas das galáxias do universo em que vivemos.
O Telescópio Hubble tem fornecido não apenas imagens deslumbrantes, mas também dados valiosos para o desenvolvimento de teorias e modelos sobre a formação e evolução das galáxias. Com sua capacidade de coletar informações em radiação ultravioleta, infravermelho próximo e luz visível, o instrumento tem sido uma fonte inestimável de conhecimento para a comunidade científica.
Fonte: © CNN Brasil
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